Ele virou o ‘cara que resolve’ e também peça-chave em um famoso apartamento do Leblon. Mas Pretinho da Serrinha é, acima de tudo, um rebelde. Aos 12 anos, estava brigando para tocar algum instrumento nas rodas de samba —aos 14, virou mestre de bateria da Império Serrano. Sem medo de soar inconveniente, reclama do mercado, das tramas do mainstream, revela bastidores e, mais do que tudo, mostra como é ter se equilibrar em um cenário que, quase sempre, exige artistas menos audaciosos. Em São Paulo para divulgar sua roda de samba (Batuke do Pretinho, no Varanda Estaiada), ele conversou com a Billboard Brasil sem papas na língua.
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