Entenda o fenômeno que levou Michael Jackson ao topo das paradas
Artista estreou no Artistas 25 da Billboard Brasil em maio

Michael Jackson (Divulgação)
O lançamento de “Michael” nos cinemas celebrou e reacendeu o legado do Rei do Pop. Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do artista, no papel principal, o filme arrecadou quase US$ 220 milhões em seu fim de semana de estreia ao
redor do mundo, o maior valor já registrado na história das cinebiografias. O impacto foi imediato nas plataformas.
Na semana de 24 a 30 de abril, o catálogo solo de Michael Jackson (1958-2009) somou 137,5 milhões de reproduções sob demanda nos Estados Unidos – alta de 146% em relação à semana anterior e mais que o dobro do seu recorde pessoal, segundo a Luminate. O pico anterior, de 53,7 milhões de streams, datava de 2019, no Halloween, um feriado que faz “Thriller” ressurgir todo ano nas playlists. Antes mesmo da estreia do filme, o catálogo já havia superado essa marca, chegando a registrar 55,9 milhões na semana imediatamente
anterior.
No Brasil, o efeito também é sentido. Michael Jackson entrou pela primeira vez no Artistas 25 da Billboard Brasil no início de maio, em sexto lugar — ao lado de BTS e Justin Bieber, uns dos poucos representantes da música internacional em um ranking dominado
principalmente pelas músicas sertanejas.
Ouça os maiores sucessos de Michael Jackson
[Esta matéria faz parte da 23ª edição da Billboard Brasil. Compre a sua revista aqui.]
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