Dr. Dre é processado por US$ 55 milhões por psicoterapeuta; saiba o motivo
Rapper teria ameaçado profissional após mediação no divórcio

Dr. Dre (Anthony Behar/Sipa USA via Reuters Connect)
Um psicoterapeuta está processando Dr. Dre por US$ 10 milhões (cerca de R$ 55 milhões) alegando “assédio insuportável”. O rapper teria atacado o profissional de forma “sistemática e maliciosa”.
Charles Sophy entrou com uma ação judicial no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles, alegando que Dre, nascido Andre Young, o contratou em 2018 para mediar o fim de seu casamento com sua agora ex-mulher Nicole Young.
Sophy diz que trabalhou “diligente, independentemente e de forma justa” e a comunicação parou quando o casal chegou a um acordo em 2021.
As informações foram divulgadas pela revista “Rolling Stone”.
Mais de um ano depois, Dre supostamente enviou uma mensagem de texto para o psicoterapeuta, alegando que ele agiu de forma imprópria.
“Em vez de tratar o processo de mediação como uma oportunidade de cura, Young decidiu descontar suas frustrações sobre a mediação no psicólogo. Frustrações que se manifestaram na forma de uma campanha sustentada de quase um ano de mensagens de texto tarde da noite, ameaças de intimidação e violência e retórica homofóbica”, afirma o processo.
O advogado do rapper, Howard King, afirmou que Dre entrou com uma “queixa confidencial” contra Sophy no Conselho Médico Osteopático da Califórnia no ano passado, buscando “fazer com que ele fosse punido por abandono de deveres e incompetência”.
“A queixa busca a revogação da licença do psicólogo para fornecer aconselhamento de saúde mental a pacientes necessitados”, diz o comunicado da defesa do rapper.
O profissional teria encorajado um dos filhos de Dre a ficar contra o rapper. Segundo a acusação, Sophy “usa um colete à prova de balas sempre que pisa fora de casa, tem medo de sair de casa e está constantemente olhando por cima do ombro”.
O processo busca danos compensatórios de pelo menos US$ 10 milhões e danos punitivos a serem decididos em julgamento. Também há reivindicações por assédio civil, ameaça de violência com base em sua orientação sexual e uma ordem judicial proibindo contato.
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