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Zudizilla une hip-hop e ancestralidade em ‘Quintessência’

Álbum também conta com projeto audiovisual que complementa a narrativa

Zudizilla apresenta 'Quintessência' (Thais Vandanezi)

Zudizilla apresenta 'Quintessência' (Thais Vandanezi)

Zudizilla apresentou “Quintessência”, seu quinto álbum de estúdio, já disponível nas plataformas. O conceito do disco também se desdobra em uma narrativa audiovisual com “ÉTER”, filme dirigido por KVPA, que acompanha uma passagem simbólica entre processo, transformação e obra.

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Em uma galeria, bailarinos conduzem Zudizilla até o set onde nasce a capa do disco. Ao final, a imagem é contemplada por seu filho, Dayo, conectando criação e legado – veja abaixo.

“ÉTER” amplia a dimensão conceitual do disco, fazendo referência ao elemento associado à luz primordial e à história da Etiópia, símbolo de independência e resistência negra.

Essa ideia se conecta ao conceito alquímico que inspira o álbum: alcançar, após cinco destilações, a substância mais pura de um elemento. Para Zudizilla, a simbologia do número cinco atravessa sua trajetória e abre espaço para novos territórios sonoros e discursivos.

“Quintessência mescla referências da alquimia, da Etiópia, da Renascença Negra e da Nação dos 5% para ser um grito de liberdade e identidade. É um disco que propõe novos caminhos para mim enquanto artista e que exige um olhar cuidadoso porque vai além das músicas”, comenta.

Ao reunir essas referências, “Quintessência” estabelece um diálogo entre alquimia, ancestralidade e cultura hip-hop, refletindo sobre consciência, autonomia, identidade e liberdade.

Ouça ‘Quintessência’, de Zudizilla: