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Di Ferrero no Palco Sunset (Daniel Pinheiro/BrazilNews)

Di Ferrero no Palco Sunset (Daniel Pinheiro/BrazilNews)

Di Ferrero festeja conexão com público no Rock in Rio

Cantor fala sobre show no Sunset e o álbum 'Se7e'

Di Ferrero se apresentou nesta sexta-feira (4) no palco Sunset do Rock in Rio 2026. À frente de um público que acompanhou o show de perto, o cantor destacou a relação construída com os fãs desde os tempos de NX Zero e afirmou que hoje consegue equilibrar melhor a interação com a condução da apresentação.

“Eu sempre fui assim, me joguei mesmo. Às vezes até demais, porque esse lance do artista de querer dar, dar, dar demais faz com que você esqueça vários movimentos do show”, afirmou Di Ferrero em entrevista à Billboard Brasil.

Para o cantor, a experiência acumulada ao longo dos anos ajudou a encontrar um equilíbrio entre estar próximo do público e manter a estrutura do espetáculo. “Hoje eu consigo equilibrar tudo. Consigo ter as pessoas perto, chamar a galera junto e sentir o movimento do show”, explicou.

Di Ferrero também contou que aprendeu a perceber durante a apresentação quando o público está cansando ou respondendo à música. Para ele, essa conexão é algo que não pode ser totalmente traduzido em palavras.

“Você sente ali, não dá para explicar perfeitamente. O que eu mais fico feliz de viver hoje como artista, principalmente hoje aqui nesse show, foi uma das melhores tardes da minha vida”, disse.

“Se7e” leva espiritualidade para o repertório

O cantor também falou sobre “Se7e”, seu segundo álbum solo, lançado em 2026. O trabalho deu origem a uma nova turnê, que passa por diferentes cidades brasileiras ao longo do ano.

Segundo Di Ferrero, o disco tem um caráter mais pessoal e reúne referências ligadas à espiritualidade, à família e a diferentes linhas de pensamento que fazem parte de sua trajetória.

“É um álbum bem pessoal. A minha família participou, minha mãe é astróloga. É um álbum meio místico, vamos falar assim. Sete é um número cabalístico”, contou.

O artista afirma que inseriu no disco referências e “easter eggs” relacionados às suas crenças, religiões, pensadores e outros interesses pessoais, sempre adaptados à sua maneira de compor e interpretar.

“Eu coloquei as coisas que eu acredito pessoalmente, da espiritualidade, até de religiões que eu sigo, de várias coisas que eu gosto e pensadores para dentro disso. Uns easter eggs dentro do álbum e, claro, do meu jeito, cantando e escrevendo”, explicou.

A resposta do público no Rock in Rio também chamou a atenção do cantor. Segundo ele, as músicas novas já foram incorporadas ao repertório dos fãs, que acompanharam os momentos do show.

“A galera cantou as músicas novas hoje aqui no Rock in Rio. É incrível. Está todo mundo na vibe. E eu também”, afirmou.

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