
GIlberto Gil no Rock in Rio 2026 (Roberto Filho/Brazil News)
Gilberto Gil, o Rock in Rio te reverencia
Num dia histórico no festival, brasileiro se destaca
Gilberto Gil é história em pessoa. O cantor brasileiro, que esteve na primeiríssima edição do Rock in Rio 2026, voltou a se apresentar no festival nesta segunda-feira (7) e provou que seu legado já está mais que eternizado na música brasileira.
“Mais um Rock in Rio. Eu estive aqui no primeiro… Era aqui ao lado. E depois vários outros, e agora aqui. Talvez quem sabe seja o último que eu venha. Vamos ver. Vamos ver… tenho que descansar um pouquinho”, brincou ele, bem-humorado.
A resposta, obviamente, foram gritos de “não”. Ninguém quer se despedir de Gilberto Gil!
Gilberto Gil falando talvez seja o último Rock in Rio dele e o povo gritando que não 🥹
AQUI ME DEU ATÉ UM APERTO NO PEITO#GilbertoGilNoMultishow #RockInRioNoMultishow pic.twitter.com/vGe52hrNWI
— Dayvison (@DayvisonMoraes) September 8, 2026
Antes de subir ao palco, Gil falou justamente sobre esse retorno ao festival e como ele mudou com o passar dos anos.
“Era um momento em que música popular se tornava uma coisa muito importante no mundo, era um fator mobilizador da juventude”, disse, ao “Gshow”.
“Hoje é um dos maiores do mundo, na sua vigésima quinta edição, já [contando com todas as edições extras em Portugal, Espanha e Estados Unidos]. É sempre muito interessante vir aqui”.

Como foi o show de Gilberto Gil no Rock in Rio
Ele começou com “Cérebro Eletrônico” e emendou “Pela Internet”, usando toda a extensão do telão de LED gigantesco, que é o grande diferencial do Palco Mundo na edição deste ano do festival, com projeções coloridas do próprio rosto e corpo.
Um artista dessa magnitude e que segue atento aos detalhes que fazem toda a diferença na experiência do público.
O show seguiu com outros hits do repertório de Gil, como “Andar com Fé” e “Toda Menina Baiana”. Ele, inclusive, reservou um bloco da performance para um momento reggae, com um cover de “Rebel Music (3 O’Clock Road Block)”, de Bob Marley, e “Vamos Fugir”, também famosa na interpretação do Skank.
Misturas que tornam a obra de Gil cada vez mais viva.
Gil também apresentou suas versões de “Ovelha Negra”, de Rita Lee, nessa, acompanhado da neta, Flor Gil.
Nos bastidores, antes de subir ao palco, o cantor celebrou a presença da família na música.
“[Eles] foram criados em um meio musical muito vivo, em casa, na casa dos amigos, na casa dos colegas. E quase todos escolheram a vida musical e a profissão de músico. Também estão aí. Estão agora fazendo seus trabalhos, suas carreiras, aproveitando a vida deles”.
O show de Gil começou com grandes sucessos da música brasileira, que contam com sua assinatura única. Talvez essa seja a última vez dele no Rock in Rio, mas com certeza seu nome estará para sempre marcado na história do festival, que o reverenciou na noite fria desta segunda-feira (7).
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— Multishow (@multishow) September 7, 2026