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25 anos de Rock in Rio: como o Itaú acompanhou novas formas de viver o festival

Marca celebra trajetória ao lado dos fãs na Cidade do Rock*

Show de Jão no Pavilhão Itaú no Rock in Rio (João Rocha/BillboardBR)

Show de Jão no Pavilhão Itaú no Rock in Rio (João Rocha/BillboardBR)

Ir a um festival de música nunca foi apenas escolher um artista no line up e esperar a hora do show. Cada vez mais, a experiência envolve o encontro, registrar momentos, conhecer os espaços diferentes e, no fim, voltar para casa com histórias que vão muito além do palco.

Essa relação aparece no Panorama 2025 do Mapa dos Festivais, que aponta socialização, pertencimento, auto expressão e realização de sonhos entre os elementos que transformam a música ao vivo para quem frequenta festivais. O estudo também identifica a viagem como um comportamento de destaque desse público: entre quem se desloca para participar desses eventos, 30% havia viajado para pelo menos um festival no ano anterior.

É nesse cenário que o Itaú chega a mais uma edição do Rock in Rio celebrando 25 anos de parceria com o festival. Ao longo desse período, além da mudança de estrutura, mudaram também as formas de consumir música, de compartilhar experiências e de construir memórias em torno de um evento desse porte. A proposta da marca para esta edição parte justamente desse movimento: acompanhar as diferentes maneiras que cada fã encontra para viver o festival.

Pavilhão Itaú no Rock in Rio (João Rocha/BillboardBR)
Pavilhão Itaú no Rock in Rio (João Rocha/BillboardBR)

O conceito que orienta a presença do banco nesta edição resume essa trajetória: “Itaú. Há 25 anos vivendo o Rock in Rio feito você.” A ideia é colocar o público no centro, conectando experiências, benefícios e diferentes pontos de contato com a música ao longo de toda a jornada.

Para Rodrigo Montesano, superintendente de Experiências e Conexões de Marca do Itaú Unibanco, essa evolução passa justamente pela escuta de quem frequenta o festival.

“Durante essa trajetória nós aprendemos que ouvir os fãs é o que permite evoluir a experiência de forma consistente e continuar relevante ao longo do tempo. Hoje, entendemos que a relação das pessoas com a música vai muito além dos dias de festival.”

Além de um show e outro

Nesta edição, boa parte dessa experiência se concentra no Pavilhão Itaú. Com mais de 1.000 m² e três andares, o espaço foi pensado para acompanhar diferentes momentos de quem passa pela Cidade do Rock, seja na pausa para recarregar as energias ou na vontade de continuar ouvindo música.

No térreo, a Praça Itaú funciona como um ponto aberto ao público para descansar, carregar o celular ou registrar o dia em ativações e espaços para fotos. No segundo andar, o Piso Pista reúne arquibancada, pista e palco, com DJs durante os intervalos e apresentações especiais em algumas noites. Já no terceiro andar, o Mirante Itaú Uniclass oferece uma vista privilegiada do festival em um ambiente voltado aos clientes do banco. A lógica conversa diretamente com a maneira como os festivais passaram a ser vividos: como um ambiente no qual é integrado com a música que também acontece fora da ativação.

No Itaú o último show não encerra a experiência

Essa relação com a música também aparece em um dos pontos que já fazem parte da história do Pavilhão. Há dez anos, o espaço recebe apresentações exclusivas e, em determinados dias, mantém a programação mesmo depois do último grande show da noite.

Em algumas noites de 2026, o Piso Pista volta a receber apresentações especiais após o encerramento das atrações do Palco Mundo, ampliando a experiência musical dentro da Cidade do Rock e como forma de traduzir uma característica central do público de festivais: a busca pelo inesperado. 

Ouvir música também pode significar parar

Se parte da experiência de um festival está na intensidade, outra está justamente na possibilidade de diminuir o ritmo. Uma das novidades do Itaú em 2026 é o Listening Club, instalado na área VIP e destinado a clientes Itaú, Itaú Personnalité e Itaú Private Bank.

O espaço propõe uma relação diferente com a música: DJs residentes especializados em vinil, curadoria relacionada ao contexto de cada dia do festival, tratamento acústico e equipamentos dedicados a uma escuta mais imersiva. A capacidade é de aproximadamente 60 pessoas por sessão.

A memória também cabe em uma foto ou em um copo

Há ainda experiências que funcionam quase como marcadores físicos do festival. É o caso da já clássica roda gigante patrocinada pelo Itaú, que retorna como um dos pontos de encontro e de registro da Cidade do Rock, oferecendo uma perspectiva diferente do evento e um momento de pausa no meio da programação.

Os tradicionais copos colecionáveis também voltaram nesta edição, desta vez apresentados pela marca como memorabilia. Com artes de Ananda Colaa e Matheus Vieira, cerca de 100 mil unidades devem ser distribuídas durante o festival.

*Conteúdo publicitário