
Mumford and Sons no Rock in Rio 2026 (André Moreira/Brazil News)
Mumford and Sons tem reencontro mágico com público brasileiro no Rock in Rio
Banda, que estava há dez anos sem vir ao Brasil, fechou o Palco Sunset
Em um dia de ritmos diversos no Rock in Rio —com o pop Demi Lovato, o axé dos Gilsons, Daniela Mercury e Olodum e a música latina de J Balvin —o festival também abriu as portas para o indie-folk do Mumford and Sons. A banda, liderada por Marcus Mumford, não vinha ao Brasil há dez anos.
A primeira e única vez deles por aqui foi no Lollapalooza, e Marcus confessou que o show ainda é o favorito deles durante conversa com a Billboard Brasil. “É um alívio volta. Nós nos esforçamos muito para fazer isso acontecer antes, e não conseguimos”, disse Marcus. “Estamos muito animados”.
Esse sentimento foi colocado no palco. A banda começou o show “Little Lion Man”, uma das mais famosas de seu repertório. Eles seguiram com outros hits, como “White Blank Page” e “The Cave”.
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Na plateia, o público era diverso, e tinham até crianças com as letras na ponta da língua. Os gritos e palmas acompanhavam a banda, bem afiada como sempre, que parecia encantada em rever a tão amada plateia brasileira. Até o clima ajudou a coroar o momento: fez calor durante todo o show mas, antes deles começarem tocar “Rushmere”, em que a letra cita uma certa magia na chuva, começou a garoar.
O repertório também foi formado por singles mais recentes da banda, especialmente o disco “Prizefighter”, lançado em fevereiro deste ano. Ben Lovett, tecladista da banda, garantiu que a ideia deles era apresentar ao público a histórica do disco, ao mesmo tempo que traziam coisas novas. “Vamos fazer o melhor que pudemos”.
E foi assim durante todo o show. Uma mistura entre a nostalgia de uma banda que retorna ao país depois de uma década, mas continua com um som atual e tão empolgante quanto em 2016.
Veja como foi a passagem do Mumford and Sons no Rock in Rio

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